quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

CGTéC - A Lenda do Rei Arthur.

             Por Elton "Smaug" R Vieira com auxílio de Thiaguinho Calado



Olá amiguinhos

Você pode perguntar: “Por que você nos chama de amiguinhos, Elton?”. 

Eu poderia dar diversas explicações filosóficas e antropológicas para isso, mas prefiro uma explicação mais direta: Porque eu quero.

“Mas você nem me conhece, Elton? Como pode me chamar de amigo?”. 

Parto do pressuposto que todo aquele que joga card game é uma pessoa diferenciada. Pode ser para o bem ou para o mal. Mas prefiro ter amigos diferenciados a pessoas genéricas. E mais, se você gosta de ler esse blog, te considero um amigo também. 

Aaamigo é coisa pra se guardar..... 


Todos nós temos amigos. Aqueles em quem podemos confiar. Aqueles em que as idiotices não interferem. Aqueles que estão sempre lá para te apoiar. Esses sim são os amigos do peito. Esses sim podem ser considerados seus “nakamas”. Esses sim poderiam fazer parte da sua Távola Redonda! 

E como tal, que outro modo de celebrar esse sentimento do que dissertar sobre a lenda daqueles que podem ser considerados os mais nobres cavaleiros que já povoaram a cultura pop: Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda. E melhor ainda, tendo esse post sendo escrito a quatro mãos, com a ajuda do amiguinho Thiago “Thiaguinho” Calado. 

Os Nobres Cavaleiros


Em meados do século VI depois de Cristo, um rei lendário com seus nobres cavaleiros conseguem defender a Bretanha dos avanços dos poderosos saxões... 

Esse conto embalou a imaginação de várias pessoas a partir do século XV: Arthur e seus cavaleiros.  E é sem dúvida uma das melhores histórias de heróis jamais trovada nas tabernas dessa vida. 

Apesar de ser apenas um conto, há quem acredite fielmente que a história de Arthur e em seus feitos, que vai desde matar o mago Merlin, proteger a Bretanha de um exército gigantesco, arrancar uma espada sagrada de uma pedra e até encontrar o cálice que foi utilizado por Jesus Cristo na última ceia. Realmente, um homem muito ocupado. 

King Arthur badass


Então senta que lá vem história:

De acordo com uma das 183 versões da lenda, o mago Merlin recebe a espada Excalibur da Senhora do Lago (Lady of Lake) e a entrega a Uther Pendragon para que ele estabeleça uma aliança com o Duque da Cornualha, já que nessa época os ingleses e franceses já tretavam.

Mas Uther, homem tinhoso, toma para si a mulher do Duque e tem com ela um filho, Arthur. O Duque e Uther acabam mortos e o pequeno bebê fica sob a responsabilidade de Merlin. Assim, o mago crava a espada em uma pedra, proclamando que “aquele que retirar a espada da pedra será Rei”. Como estava fácil se tornar rei, todos os grandes guerreiros tentaram, e falharam. Então passaram a organizar torneios anuais onde o vencedor receberia a chance de retirar a espada mágica da rocha.

Arthur, nessa época, era criado por Ectório e era o seu filho mais novo (de criação).  Ele, como acontecia na era medieval, era o Pajem(jovem serviçal) de seu irmão mais velho Cai. Numa dessas batalhas Arthur perdeu a espada de Cai. Ou seja, o boyzinho tava encrencado. Tinha que arrumar uma espada o quanto antes. Foi quando viu uma espada bonitona fincada numa pedra, parecendo sem dono. E pensou, “Por que não?”. Foi lá na espada encravada na rocha e retirou-a, levando-a a seu pai. Simples assim. Neste momento, Arthur se tornou rei.

Coloque sua melhor trilha sonora para esse momento clássico.


Mas nem tudo são flores na vida de Arthur Pendragon. Um outro senhor, Ban da Bretanha, nega o título de Arthur e jura guerra ao bastardo. Mas, tinhoso como o pai, Arthur imobiliza a revolta e pede para que Ban jure fidelidade. Ban recusa, pois Arthur ainda não era um cavaleiro de verdade. E nem cavalheiro de verdade, já que o jovem Rei não pediu “por favor”.

Arthur, atrevido como só ele, diz: "Estás certo meu senhor, faça-me então cavaleiro e jure fidelidade ao seu rei". Petulante, esse menino. Ban não acredita na coragem do jovem, toma a Excalibur em suas mãos e o faz cavaleiro, jurando-lhe fidelidade diante de todos os seus soldados. Assim, Arthur foi feito Rei de toda a grande Bretanha.

Como rei, Arthur se casa com Guinevere. Mas, jovem amiguinho, nem tudo são flores na vida do nosso rei. Guinevere comete adultério com o filho do Lorde Ban e seu melhor cavaleiro, Lancelot. Babado fortíssimo! Parece até que o conto foi escrito por Nelson Rodrigues, né gente?

Ao descobrir os dois, e numa soma de “dor de corno” com “acabou a honra”, Arthur crava novamente a espada mágica na pedra. Lancelot foge para não morrer e Guinevere é exilada num convento por ordens do rei. Depois disso, o reino de Camelot enfrenta a fome e a doença, e para redimir sua terra, Arthur conclama uma busca pelo Santo Graal. Por que remover a espada da pedra que ele mesmo tirou da primeira vez deveria ser mais difícil. 
Mas nem tudo são flores na vida de corno-rei... Enquanto Arthur vai à busca do Graal, seu filho bastardo -  Mordred - ganha força e se levanta para tomar o lugar de seu pai. Como a maioria dos filhos na Idade Média.

Sabendo dessas altas confusões aprontadas pelo jovem bastardo, Guinevere devolve a Excalibur a Arthur, que parte para enfrentar Mordred com seus poucos cavaleiros que voltaram da busca ao Graal, entre eles os famosos Borz, Perceval e Galahad. Em meio à batalha, Lancelot aparece para expiar seu crime, reverter a sorte e garantir a vitória ao seu ex-amigo e Rei. 

Só que nem tudo são flores na vida de Arthur. Em um duelo final, no ápice da batalha, Arthur mata Mordred com a Excalibur, mas é fatalmente ferido. Antes de morrer, Arthur se reconcilia com Lancelot e pede ao fiel Perceval, nobre cavaleiro, que atire Excalibur no lago, onde a Senhora do Lago aparece e a toma de volta. Ao retornar ao Rei, Perceval vê que ele está morto, flutuando em um barco, em direção à Avalon. 

Lenda muito boa, mas ainda tem muito mais. Voltaremos em outra oportunidade para terminar de contar as desventuras dessa galera do barulho.

See ya!

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Side, Deck e Ando - Mermail

               Por Thiago "Five-Head" Foca


Meus queridos e amados leitores, daremos continuidade à série de artigos comentando os decks que figuram na nossa Tier List (citada artigo passado). Este deck que falaremos hoje, quando foi lançado na coleção Abyss Rising, veio para o jogo prometendo ser o Tier Zero (para quem não sabe, são aqueles decks que sempre estão em todos os tops pelo mundo inteiro). 

Como eu disse no artigo passado, tier significa camada e quanto menor for o número do tier melhor o deck era, portanto tier zero é o que a de melhor em nosso amado card game. Para quem não conseguiu identificar o deck ainda, estamos falando do deck Mermail.

Quando saiu o spoiler das primeiras cartas para este deck, gerou nos jogadores de Yu-Gi-OH um grande expectativa, agora o motivo deste deck nunca ter passado de um Tier 1 são vários. Alguns culpam o poderoso Dragon Ruler, que foi lançado em menos de 6 meses depois do Mermail. Quando o deck estava começando a ter seu espaço no card game, eis que surge um deck de Dragon Ruler colocando pra lascar em todo mundo, e agora que os Rulers foram mandados para o reino da banlist, chega a hora de Mermail reinar...  

kkkkkkkkkk,

Lógico que não, agora tem Fire Fist (comentado post passado). Então é isto, Mermail tenta, mas até o presente momento, ele não alcançara o lugar maior em nosso card game o TIER ZERO.

Vamos agora analisar a deck list do nosso amigo Deybison (PENA), atual campeão do Anima Recife.

Deck campeão do Anima Recife.


Este deck list esta um pouco diferente do build que ele usou em Recife, mas é mais ou menos isso aqui...

Monstro: 28

Atlantean Marksman x3
Atlantean Heavy Infantry x3
Atlantean Dragoons x1
Mermail Abyssteus x3
Mermail Abysspike x3
Mermail Abysslinde x3
Mermail Abyssmegalo x2
Mermail Abyssgunde x3
Mermail Abyssleed x1
Mermail Abyssturge x1
Genex Undine x1
Genex Controller x1
Tidal, Dragon Ruler of Waterfalls x1
Aqua Spirit x2

Spell: 6

Dark Hole x1
Mystical Space Typhoon x2
Salvage x2
Mind Control x1

Trap: 6

Abyss-Sphere x3
Royal Decree x3

Extra: 15

Number 11: Big Eye x1
Mermail Abyssgaios x2
Mecha Phantom Beast Dracossack x1
Mermail Abysstrite x1
Wind-Up Zenmaines x1
Mechquipped Angineer x1
Leviair The Sea Dragon x1
Gagaga Cowboy x1
Abyss Dweller x1
Bahamut Shark x1
Black Rose Dragon x1
Gungnir, Dragon of the Ice Barrier x1
Dewloren, Tiger King of the Ice Barrier x1
Crimson Blader x1


Sinceramente, se teve um casamento que deu certo foi entre Atlantean e Mermail, elas foram feitas uma para outra, pois pra quem não conhece ainda a mecânica de jogo deste deck, ela funciona da seguinte forma.

Os três Atlantean que compõem o deck, tem efeitos quando são descartados para ativar efeito de monstro do atributo água, e para fechar esta união algumas cartas Mermail tem como custo de ativar seus efeitos descartar monstro água, então formou esse deck que tinha tudo para dar certo.

A tropa Atlantean.


Essas são uma das melhores cartas do deck, com elas você pode adicionar qualquer monstro Sea-Serpent para mão, Destruir cartas viradas para cima, e destruir cartas viradas para baixo, quando utilizadas como custo para ativar os efeitos dos monstros Mermail, eles dão ao duelista grande possibilidades no duelo, vai apenas depender de como o jogador vai utilizá-los.

Os grandes abissais.


O deck tem sua grande força com os monstros level 7 do deck que estão representados acima.

A invocação deles não é condição e sim um efeito, o que faz com que as cartas usadas como custo no descarte ativem efeito também, além disso, quando eles são invocados eles têm efeitos devastadores.

Você pode adicionar qualquer Mermail para mão level 4 ou menor, adicionar a mão uma spell ou trap abyss do deck, ou trazer para a mão uma spell ou trap abyss do cemitério.
E para finalizar essa pequena analise de pontos positivos outras cartas que fazem deste deck uma boa opção para o novo formato.

Sereias e Tritões.


Dentre estas umas das mais devastadoras e o Mermail – Abyssgaios (rank 7), pois enquanto ele possuir material nenhum monstro level 5 ou maior pode atacar, e uma vez por turno durante qualquer turno, você pode retirar um material desta carta para negar o efeito de todos os monstros face para cima no campo, do oponente, que tenham o ataque menor que o dele.

E ainda podemos contar com o grande reforço dos XYZ que na minha opinião estão entre os melhores do momento:

Os monstros "ostentação".


Que pena que custam algumas moedinhas...kkkkkk...ou muitas moedinhas.

Agora você pode estar se perguntando, por que um deck que tem tantos recursos avassaladores não consegue se manter no topo do mundo, eu tenho duas opções, vocês leitores escolhem qual a que acham mais conveniente.

1. Os jogadores de Mermail são ruins (EX: Pena)
2. Side Deck.

Pois bem senhores, quem não conhecer Deybison (Pena) vai escolher a segunda opção, e é sobre ela que nós vamos falar agora.

Segue abaixo algumas cartas que pode ser utilizadas contra este deck:

Os salvadores dos mares. 


Soul Drain
Mind Drain
DNA Transplant
Macro Cosmos
Dimensional Fissure
Banisher of the Radiance
Debunk
Mind Crush
Maxx “C”
Flying “C”
Prohibition

Estas são apenas algumas cartas que ferram com o deck de Mermail, agora eu queria comentar brevemente algumas delas.

Drenando a alma...


A primeira e principal é esta, pois quando ela esta ativa em campo nenhum efeito que se ative no cemitério pode ser ativo, isso significa que todos os descartes que ele fizer serão inúteis, essa sim você deixa o jogador de Mermail com lagrimas nos olhos.

... e drenando a mente.


A outra carta é esta, ela estando no campo ninguém poderá ativar efeito de monstro na mão, portanto, não poderá fazer nenhum Special Summon de monstro Mermail...

E pra completar, destruir sua mente.


E por último, mas não menos devastadora Mind Crush, por que esta carta? Para quem não sabe ainda o seu oponente tem que declarar o efeito para poder ativar ele. Portanto quando o jogador de Mermail ativar efeito na mão você pode ativar esta carta em resposta, fazendo com ele descarte e perca o efeito da carta.

Pois é pessoal, como eu sempre falo, escolham agora as cartas que melhor lhe convém no seu estilo de jogo, e não deixe nunca mais um jogador de Mermail vencê-lo.

Isso é tudo pessoal!!!



segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

OJNPDM - O fenômeno Flappy Bird e o Flappy Generator

               Por Valter "Horntail" Costa Jr.


Como pudemos acompanhar durante a última semana, o aplicativo Flappy Bird (Android e IPhone) chamou muita atenção, chegando a ser o aplicativo mais baixado da Google Play (chegou a mais de 50 milhões de downloads), pela sua simplicidade, cenários e jogabilidade simples.

Como vocês já sabem, o jogo foi retirado do ar pelo desenvolvedor do jogo alegando que o jogo tinha se tornado viciante demais e ele não estava com paciência para lidar com todas as críticas que estava recebendo. Imaginava-se que seria mais um jogo modinha que seria esquecido durante a primeira semana, mas Flappy Bird veio para quebrar barreiras.

Logo após a exclusão do jogo da Apple Store e do Google Play, começou a aparecer uma série de adaptações do jogo por causa da ferramenta Flappy Generator. 

Faça seu próprio Flappy Bird!!

Uma ferramenta muito simples, desenvolvida pelo brasileiro João Paulo Apolinário a partir do projeto “Don´t Touch My Bird”, que permite a criação de seu próprio jogo a partir de três simples passos. A partir desta ferramenta já foram criados mais de 35 mil versões diferentes do Flappy Bird como por exemplo Flappy Wing, Flappy Tucano, Flappy Dragqueen (para IPhone e Android) e Flappy Dilma, Flappy Grohl e Flappy Molejo (sem dúvida a melhor -- 

Flappy Molejo >>> Flappy Beatles


Outro fenômeno que só foi possível através do sucesso do Flappy Bird é a exclusividade dos que possuem o jogo instalado em seus smartphones. Parece piada, mas existem pessoas em diversos locais pelo mundo tentando lucrar com o fim do projeto Flappy Bird. Basta uma simples busca em sites como Mercado Livre pela palavra chave Flappy Bird (http://lista.mercadolivre.com.br/flappy-bird) que já dá para se ter ideia de como o mercado de venda de smartphones ficou, ter o Flappy Bird instalado é quesito diferencial na hora da escolha de seu novo aparelho. 

Isso mesmo. CEM MIL DOLETAS um iPhone com o Flappy Bird!!!


Assim como algumas pessoas procuram se beneficiar por possuir o jogo com exclusividade, algumas pessoas procuram prejudicar os outros apenas pelo prazer. Foi identificado que algumas versões do Flappy Bird estão danificando o sistema operacional dos smartphones através da instalação de malwares (aplicativos mal intencionados), alguns deles roubando informações presentes no aparelho e outros até enviando mensagens gerando prejuízos financeiros aos proprietários dos aparelhos.

E o fato mais interessante que o Flappy Bird proporcionou durante seu curto período de vida: um americano, se utilizando de uma ferramenta que o governo americano disponibiliza para seu povo, criou uma petição on-line requisitando que o presidente Barack Obama faça com que o jogo volte a ser disponibilizado para todos. O americano alega que o jogo deve voltar a ser disponibilizado, pois “é um vício como nenhum outro”. Até o dia 13 a petição tinha 11 assinaturas, caso consiga atingir a marca de 100 mil até o dia 15 de março, ela será analisada pela Casa Branca.

Procurei o link da petição para mostrar a vocês, infelizmente não consegui. Caso alguém saiba o link posta ai nos comentários que nós do blog Dracômico iremos ajudar a divulgar =D.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Quem indica? - Dezesseis Luas

                  Por Erton "Falcor" Vieira


“Young Adult” é um estilo literário que tem um foco. Você pode gostar ou não. Esse estilo de livro tem características bem específicas, o principal dele é que é voltado para os jovens adultos (num brinca?!) de 15 à 21 anos. O estilo “young adult” pode passear por todo tipo de vertente: ficção científica, romance, terror, fantasia, e tenho que admitir, eu gosto deste estilo de literatura. Como diria o sábio Sr. K: “Eu não preciso de críticas, preciso de tratamento”.

Na época que eu era um ~jovem adulto devorei todos os livros de Harry Potter e da Bússola de Ouro. Já depois de ter passado dessa época da minha vida, continuei lendo esse tipo de literatura. Passei por Panem com Jogos Vorazes, pelo Olimpo com Percy Jackson, pela Cidade dos Ossos de Instrumentos Mortais. Só não fui para aquela cidade lazarenta de Crepúsculo, por que aí já é demais, Crepúsculo não dá!!

E a minha indicação hoje é um livro que faz parte desse estilo de literatura e que se destacou dentre os outros do estilo: Dezesseis Luas!  

Capa da edição brasileira.


Em Dezesseis Luas (“Beautiful Creatures” nos states) conhecemos Ethan Wate, um jovem que mora na cidadezinha de Gatlin, interior dos EUA, e está doido para sair de lá. Até que conhece Lena Duchannes, que acaba de chegar na cidade de Gatlin, e se sente atraído por ela. Só que a Lena esconde um segredo que [modo locutor de sessão da tarde] vai trazer muita confusão para Ethan [/modo locutor de sessão da tarde]

Como vocês podem ver a sinopse é bem parecida com a de Crepúsculo, mas as comparações param por aí. Não tem anêmica masoquista, nem vampiro purpurina. Os personagens em Dezesseis Luas, que foi trazido para o Brasil pela Editora Galera Record, são bem construídos e com suas personalidades bem definidas. Ajuda o fato do livro ter sido escrito à quatro mãos. Isso mesmo, são duas autoras: Kami Garcia e Margaret Sthol. Algo que poucas vezes se vê em literatura como essa.  Essa colaboração deixa o enredo muito mais redondo e com muito poucos furos.

Apesar de ser um livro mais voltado para a relação de Ethan e Lena, Dezesseis Luas é diferente de Crepúsculo e Instrumentos Mortais em outra questão: o livro é contado do ponto de vista de Ethan, não do ponto de vista da mocinha. Não tem aqueles trechos onde a mocinha fica se derretendo pelo mocinho, aquela doçura pra matar qualquer diabético. Aqui o ponto de vista é de um cara que gosta de uma garota, e ponto, sem arrodeio, sem drama (tá, tem um tantinho, mas a estória pede e não prejudica). Na estória os dois protagonistas tem questões que os impedem de ficar juntos, questões físicas mesmo, que não deixa isso se tornar um dramalhão, só mais um desafio que o Ethan tem que resolver.

É um livro bacana de se ler. Com leitura fácil e com uma estória envolvente e que, faz valer mesmo a sua leitura no final do livro três, o “Dezoito Luas”. Posso afirmar com certeza que é um dos finais de livros “young adult” mais corajosos que já li (talvez só perca para o Esperança da saga Jogos Vorazes). É um daqueles finais que quando você vê o último parágrafo você solta um sonoro PQP!  Veja bem, pra esse tipo de literatura, esses tipos de momentos são aqueles que separam Bruxos de Vampiros Purpurina.

Porém como nem tudo é perfeito, aqui vai uma das poucas críticas que eu tenho sobre a saga Dezesseis Luas: Kami Garcia e Margaret Sthol podiam muito bem ter encerrado a saga no terceiro livro, Dezoito Luas. Seria um final digno de canções e aplausos. Elas não tiveram a coragem da Suzenne Collins em “Esperança”. Sim a saga Dezesseis Luas continua em “Dezenove Luas”, continuando a estória de Ethan e Lena.

Se ficasse só nos três, seria perfeito!


Mas vamos fazer o seguinte. Olha, caiu uma moeda no chão. Vem cá. Só nós dois aqui. Se você for ler a saga, faça como eu e PARE no terceiro livro. Vai se tornar uma série muito melhor!!

Tirando isso, a saga “Dezesseis Luas” são livros divertidos para os órfãos de Harry Potter, e uma leitura boa para ter entre os livros de Percy Jackson.  Recomendado!!



ps. Se você quiser ter um gostinho de como é o livro, saiu um filme dele. 

A galera do barulho


O filme “Dezesseis Luas” consegue ser legal, mas trás um enredo mais voltado para a água com açúcar do casal principal. Como pontos positivos temos os medalhões Emma Thompsom e Jeremy Irons, e a linda e, até então, desconhecida Alice Englert. Apesar de deixar de lado um pouco a mitologia do livro, o filme serve para despertar aquela curiosidade de ler os livros, foi assim que aconteceu comigo. 

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Cinemaninho - Círculo de Fogo

               Por Elton "Smaug" R. Vieira



Todos aqueles que frequentam cinema sabem que existem vários tipos de filmes. Não estou falando do gênero, mas de uma classificação ainda mais genérica. Alguns exemplos são: Filmes cabeças (aqueles em que os telespectadores têm que pensar e entender a profundidade da parada); filmes de casal (aqueles filmes que você leva o cônjuge ou pretendente para assistir). E existem aqueles filmes que você tem que desligar o cérebro para assistir. Não importa o primor técnico ou trama do filme, o que importa é o entretenimento no sentido mais puro da palavra. E, amigos, Círculo de Fogo (Pacific Rim, 2013) é divertido pra burro.

Ops, filme errado....

Agora sim.

A trama do filme se passa em um futuro próximo onde a Terra é atacada por monstros colossais vindos de outra dimensão. E o único modo da humanidade sobreviver é construindo robôs humanoides guerreiros gigantes pilotados por pessoas. Robôs esses que receberam o nome de Jeager. E são eles que caem na pancadaria com os monstros, a.k.a. Kaijus. 

Mas por que construir robôs humanoides guerreiros gigantes? Por que não? Poderiam ter construindo uma arma teleguiada de precisão? Claro que poderiam. Mas pilotar robôs gigantes é muito mais legal! Haja vista os Power Rangers que não me deixam mentir.  

Aliás, o diretor Guillermo del Toro (Hellboy e O Labirinto do Fauno) é fã assumido dos tokusatsu ( filmes ou séries live-action de super-heróis produzidos no Japão com bastante ênfase nos “efeitos especiais”) e da cultura japonesa. Tanto que Círculo de Fogo é uma ode a obras como Godzilla, Jaspion, Ultraman, Changeman e afins. Além de claras referências a mangás e animes, como Gundam e Evangelion. Ou seja, todo mundo que, como eu, cresceu assistindo a TV Manchete na década de 90 vai se deliciar a cada segundo desse filme. 

Girando em torno dos pilotos dessas máquinas colossais, o roteiro de Círculo de Fogo não exige muito do telespectador. As atuações da dupla de protagonista – Charlie Hunnam e Rinko Kikushi – são ok. Os coadjuvantes também não comprometem o filme. E ainda tem o Idris Elba, mostrando como podemos endurecer sem perder a ternura, como o ex-piloto e atual marechal Staker Pentecost (que nome foda!). Mas del Toro deixa claro que são as cenas de ação que devem brilhar em cena. Afinal, são os Jeagers as estrelas do filme. Cada robô gigante tem personalidade distinta. O Striker Eureka é o rápido, o Crimson Typhoon possui três braços, o Chemo Alpha é uma muralha que anda e o Gipsy Danger é o mais versátil. Ver eles na tela do cinema é uma coisa linda. 

Importância dos personagens humanos em uma imagem!


Existe outro elemento do filme que o faz entrar no hall de melhores filmes da história universal do cinema: a trilha sonora. Recomendo todos à ouvir. A música que Ramin Djawadi (Homem de Ferro, Fúria de Titãs) faz para o filme é uma das mais empolgantes das últimas décadas. Carrega toda a emoção e grandiosidade que a trama exige.

Como eu já disse, antes de ver o filme desligue o cérebro. Não importa se as leis da física/biologia foram jogadas ao mar pelos roteiristas. Você não vai assistir ao filme para isso. Você vai assistir ao filme porque está querendo folia, festa e alegria. Tudo que robôs gigantes podem proporcionar. 



E se tivesse que definir Círculo de Fogo em uma palavra, seria DIVERSÃO. 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

CGTéC - Boxe

          Por Elton "Smaug" R. Vieira


Olá amiguinhos.


Há um esporte que virou moda atualmente no Brasil: o MMA (Mixed Martial Arts) ou, em pt-br, Artes Marciais Mistas. Que é o equivalente ao antigo vale-tudo; sem valer, entretanto, tudo. Os campeonatos de MMA (UFC, Pride, Bellator, etc.) estão atraindo multidões de fãs e entusiastas. Lutadores desse esporte estão sendo elevados ao status de celebridade. Possuindo até linha de brinquedos para crianças, vejam só a ironia da coisa. 



Mas, jovem mancebo, há de ser lembrado: MMA É um esporte de criancinha. PG-13. Fraldinha. Falando sério, vocês certamente já assistiram uma luta de MMA, né? Na maior parte do tempo, os dois lutadores (as) ficam atracados (as) numa dança homoerótica que não leva ninguém a lugar nenhum.

Agora, se quiser ver algo realmente violento e para adultos, tire seu short apertadinho, vista suas luvas acolchoadas e vá assistir a uma luta de BOXE. 



Estudos arqueológicos indicam que o boxe como esporte nasceu, assim como a Hebe Camargo e a Dercy Gonçalves, na Grécia Antiga. A luta foi transformada em esporte quando deixou de ser um troca-tapas sem freio e passou a ter regras. No caso, não eram permitidos chutes nem agarrões. Já era praticamente metade das regras do Clube da Luta.

Nos primeiros jogos Olímpicos em que apareceu (688 a.C.), o boxe era disputado sem assaltos ou limite de tempo. Logo, a luta só acabava quando alguém caia e não levantava mais ou pedia arrego. A porradaria era franca e a “proteção” existente para as mãos dos pugilistas eram apenas parcas ataduras. Pior foi na Roma Antiga, onde os pugilistas calçavam os “caestus”, tiras de couro grosso revestido de ferro. Uma luva do demônio. Em Roma, o pugilismo virou uma brincadeira nada saudável.

Pouco se sabe sobre o boxe durante o período da Idade Média.  Acredito que as pessoas estavam mais interessadas em SOBREVIVER a toda uma sorte de guerras e pestes do que praticar esportes. Contudo, no começo da Revolução Industrial, o boxe voltou a ser praticado nos guetos de Londres. 



Agora, as lutas eram separadas em assaltos, ainda sem número limite, e os pugilistas usavam as mãos nuas. A coisa era tão violenta que e a polícia não permitia, colocando o pugilismo na clandestinidade. Então, para sair desta condição, em 1865, foi criada as Regras do Marquês de Queensberry. Regras tais que vieram a colocar ordem na p#rr@ toda e ajudou o boxe a ser considerado novamente um esporte.

Entre as novas regras estavam: Os assaltos devem durar três minutos, com intervalo de um minuto entre eles; contagem de 10 segundos; obrigatoriedade do uso de luvas acolchoadas; o oponente não podia mais ser agarrado.  

Com a volta das Olimpíadas na era moderna, volta também o boxe ao evento. E a partir daí, com o passar do tempo, o esporte ganha cada vez mais destaque. Tanto reconhecimento que a cultura pop é recheada de personagens que praticam o pugilismo. Filmes, músicas, livros, teatro, tv. Todos esse possuindo obras inspiradas na luta. Não poderia ser diferente quando o assunto é Card Game.

[Modo “Voz de Locutor de Boxe” On]

No corner azul, representando o Card Game Pokemon. Ele! O baixinho porradeiro! Que deveria ter habilidades e golpes tão fortes quanto sua moral e altivez, com vocês... HITMOOOOOONCHAAAAAAAN! 


No corner vermelho, já chegam pegando fogo! Representando o Card Game Yu-Gi-Oh. Eles que passaram de “Deck Piada” para “Deck Chato pra C@r#lh0”, a trupe doooooos...  BOXEADOREEEEES OBSTINADOOOOS!

 


[Modo “Voz de Locutor de Boxe” Off]

Esses são apenas alguns representantes que ilustram esse esporte de maneira mais evidente nos nossos conhecidos card games. Há muito mais de onde veio esses. O pugilismo também é um estilo de luta respeitado e milenar, com preceitos e filosofias tão profundas quanto às artes marciais orientais.

Então galera, antes de sair por aí falando que o Anderson Silva, Jon Jones ou sei lá quem são os melhores lutadores do mundo, saibam que eles não durariam 3 rounds diante de lendas como Éder Jofre, Joe Fraizer, Mike Tyson e Muhammad Ali.

See ya, folks! 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Side, Deck e Ando - Tier List e Fire Fist

        Por Thiago "Five-Head" Foca


    Existe uma lista no mundo do Yu-Gi-OH que não é tão conhecida como a temida banlist, mas nos dá um norte de como será o nosso ano, esta lista se chama “Tier List” (lista de camadas)

    A tradução ao pé da letra nos dá uma pista de como essa lista funciona. Ela separa os nossos amados decks em camadas onde por cima estão os patrões e todo seu poder, e lá embaixo o proletariado massacrado por decks cruéis.

    Brincadeiras a parte, esta lista é dividida em 3 partes: Tier 1, Tier 2, Tier 3. Quanto menor o nível melhor esse deck foi avaliado.

    Segundo a Wikia Yu-Gi-OH temos a seguinte lista para 2013/2014.

Tier 1: Os Reis

·         Bujin
·         Prophecy
·         Fire Fist
·         Mermail
·         Geargia Karakuri


Tier 2: Bobos da Corte

·         Hieratic
·         Constellar
·         Harpie
·         Madolche
·         Evilswarm
·         Noble Knight

Tier 3: Escravos

·         Dark World
·         Inzektor
·         Ghostrick


    Eu discordo em grande parte desta lista. Bujin como tier 1 é uma piada. O deck pode até ganhar e pegar tops, mas ainda não chegou ao ponto de ser considerado um dos decks principais do formato.

    O restante do tier 1 esta bem coerente. Apesar de achar Prophecy um deck morto, ele vem provando que estou errado e vem ganhando e pegando alguns tops mundo afora, não é muito, mas é o bastante para ele estar nesta lista.

    O tier 2 é o mais coerente de todos. O deck Madolche no próximo booster vai ganhar reforços que vão fazer com que entre para tier 1. Harpie é um deck ótimo (sou suspeito em falar), para mim deveria estar no tier 1, mas é bom que não chame atenção só assim eu não perco mais um deck.

    O tier 2 eu coloquei o nome de bobos da corte justamente por causa do deck de “Noble Knight”. Este deck na minha opinião é uma grande piada, um deck que estando full passa dos R$ 2000,00 e não consegue ganhar campeonato nenhum só pode estar brincando conosco. Porém ele vem recebendo reforços a cada nova coleção, quem sabe a Konami não cria uma Noble Knight of Judgment como fez com o deck de Spellbook e obrigue este deck a ganhar alguma coisa significante.

   O tier 3 eu nem vou comentar muito, pois é muito variante os deck que nele se encontra, poderia estar também ali os Battlin’Boxer (barato e faz raiva), Fire King ( Estruture deck que é legal), e se esqueceram de mencionar Agente que está sempre presente nas competições afora.

   Falei tudo isso anteriormente para que pudéssemos chegar aqui, aonde irei, em uma série de artigos, comentar alguns decks, exaltando seus pontos fortes e entregando seus pontos fracos.

    E a primeira vitima da minha analise será o deck de Fire Fist, colocado pela wikia como tier 1 (merecidamente) este deck vem fazendo um bom trabalho em todos os campeonatos TCG de Yu-Gi-OH.

  Para que possamos fazer esta analise do deck de Fire Fist, o nosso parceiro Jael disponibilizou sua deck list.

Esse deck está on fire!! (hã... hã... =D)


Monstros: 16

Brotherhood of the Fire Fist - Bear x3
Coach Soldier Wolfbark x3
Brotherhoos of the Fire Fist – Gorilla x2
Brotherhood of the Fire Fist – Boar x1
Brotherhood of the Fire Fits – Dragon x1
Brotherhood of the Fire Fist – Leopard x3
Brotherhood of the Fire Fist – Spirit x1
Brotherhood of the Fire Fist – Rooster x1
Blaster, Dragon Ruler of Infernos x1


Spell: 11

Fire Formation – Tenki x3
Dark Hole x1
Fire Formation – Tensu x2
Mystical Space Typhoon x2
Fire Formation – Gyokkou x2
Onslaught of the Fire Kings x1

Trap: 13

Fire Formation – Tensen x2
Mirror Force x2
Dimensional Prison x2
Fiendish Chain x2
Torrential Tribute x1
Solemn Warning x1
Bottomless Trap Hole x1
Compulsory Evacuation Device x1
Eradicator Epidemic Virus x1

Extra: 15

Brothehood of the Fire Fist – Tiger King x2
Brotherhood of the Fire Fist – Cardinal x1
Brotherhood of the Fire Fist – Lion Emperor x1
Brotherhood of the Fire Fist – Horse Prince x1
Maestroke the Symphony Djinn x1
Steelswarm Roach x1
Gagaga Cowboy x1
Gem-Knight Pearl x1
Abyss Dwerller x1
Diamond Dire Wolf x1
Crimson Blader x1
Number 101: Silent Honors Ark knight x1
Evilswarm Exciton Knight x1



    Posso afirmar que o deck de fire fist é um dos mais consistentes decks neste formato atual. Ele tem tudo o que um duelista procura em um deck.

   Pois este deck tem uma habilidade que nenhum outro deck possui que é a de setar cartas spell e trap fire formation diretamente do deck, a maioria dos seus monstros tem esta habilidade, cada qual da sua forma, seja quando tira dano (Bear), quando destroi monstro por batalha (Gorilla), ou até quando ativa uma fire formation (Dragon).


   As fire formation também não ficam atrás em seus efeito um adiciona QUALQUER monstro Beast-Warrior para a mão (Tenki), a outra lhe concede uma normal summon extra de Beast-Warrior  monstro (Tensu), agora tem uma das cartas mais chatas do deck que é a Fire Formation – Gyokkou.

Gyokkou significa "chata pra carai" em Mandarin


    Quem já enfrentou essa carta sabe do que eu estou falando, para quem não entendeu seu efeito é o seguinte:


Ative esta carta mirando 1 mágica ou armadilha virada para baixo do seu oponente, seu oponente não pode ativar o alvo desta carta em resposta a ativação, enquanto esta carta estiver face para cima no campo o alvo não pode ser ativo.


   Isso mesmo pessoas ela prende uma carta na sua zona de spell e trap, enquanto ela estiver em campo, vocês podem estar dizendo que não é grande coisa esta carta, mas vamos imaginar a seguinte situação: você tem apenas uma carta setada (Mirror Force), seu oponente invoca monstro o suficiente para dar uns 20 OTKs em você, mas você tem aquela mirror castigadora setada, quando de repente seu oponente ativa esta carta, olhe agora sua cara no espelho depois dele ativar e prender sua milagrosa Mirror Force.

Quem nunca...


    Outra carta muito boa e a Fire Formation - Tensu, ela permite que você faça um normal summon extra por turno, isso deu no inicio do deck (Coleção Cosmo Blazer), uma maior velocidade, pois quando ele foi lançado não possuía nenhuma carta usável que permitisse ele de fazer mais de summon por turno, portanto esta carta é importantíssima no deck, e mesmo quando você não tem muitos monstros para invocar, você poder tributar ela para destruir cartas no campo com o efeito de alguns Fire Fist.

    Agora com as chegada das cartas na coleção Judgment of Light, o deck ficou muito mais rápido, pois nesta coleção foi lançado o Coach Soldier Wolfbark, que uma vez por turno você pode invocar do cemitério uma monstro Beast-Warrior level 4 de fogo (quer dizer praticamente todos os Fire Fist), permitindo você que esta lascado naquele top deck ingrato, sacar um Coach Soldier Wolfbark e fazer um XYZ ou Synchro para salvar a sua pele no duelo.

   Tem um XYZ que eu diria que é fundamental par ao deck esse é o Brothehood of the Fire Fist – Tiger King, quando ele e exceed summon você pode setar uma fire formation do deck no campo, e uma vez por turno você pode negar o efeito de todos os monstros no campo que não sejam Beast-Warrior, como o deck e praticamente todo deste tipo, essa carta é um grande arma contra o seu adversário.

    Não poderíamos deixar de falar da única carta Fire Fist que atualmente consta da Ban – List o “Brotherhood of the fire fist – Spirit”. Esta carta é linda, quando ela é normal summon você pode invocar do cemitério um monstro level 3 de fogo com 200 ou menos de defesa, e é TUNER. Mas não se alegrem a toa, ele pode apenas ser usado para synchron Beast-Warrior, o que faz com que ele fique limitado a fazer apenas 3 monstros, vou explicar a você como funciona esta jogada que para mim é uma das melhores do deck.

    Anotem agora a lista dos materiais para fazer esse bolo combo:

·         Brotherhood of the Fire Fist – Leopard (na mão)
·         Fire Formation -  Tensu (no campo)

    O combo funciona assim, tendo tensu ativa no campo você invoca o leopard, ativa seu efeito tributando ele e setando uma tenki, logo após ativa a tenki adicionando para mão o Spirit, usando o efeito da Tensu invoque o Spirit e ative seu efeito trazendo do grave o leopard, faça o synchron level 6 Brotherhood of the Fire Fist – Horse Prince, quando ele for invocado ele trará para o campo um level 3 fogo do deck que será neste caso o Brotherhood of the Fire Fist – Rooster que por sua vez você ainda adiciona mais um monstro fire fist para a mão, e ainda pode usar o efeito do Hooster tributar a Tenki que não serve muito agora e setar outra spell ou trap fire formation no campo.

    Resumindo você possuía uma tensu perdida no campo, comprou um leopard, e terminou o turno com dois monstros no campo mais um na mão e outra fire formation setada.

    É pouco ou quer mais???



    Agora vamos para a parte que os jogadores de fire fist irão pirar, vamos agora dar a lista de coisa que acabam com este deck.


    Como já deu para perceber o deck depende muito da ativação e resolução das Fire Formation para que possa fazer suas jogadas, portanto vão agora algumas cartas para acabar com as Fire Formation:

As cartas que podem impedir uma derrota vergonhosa.

Spell Shaterring Arrow
Mystical Space Typhoon
Chain Whirlwind
Malevolent Catastrophe
Dust Tornado
Twister
Straight Flush
Eradicator Epidemic Virus
Fairy Wind


    Têm algumas aqui que já são velhas companheiras ou de main deck ou de side deck, mas tem duas cartas nesta lista que eu queria chamar atenção, a primeira e Straght Flush:

Ative e ouça o levante da galera.


    Você pode estar pensando que vai ser difícil ativar esta carta, porém quando você jogar contra um deck de Fire Fist você vai perceber que não é algo tão difícil assim de se fazer, e você não tem noção de como fica a cara do jogador de Fire Fist quando leva uma dessa (Não e verdade Erton (Nota do Editor: Verdade ;) )).

     Outra carta é a Eradicator Epidemic Virus, você pode esta dizendo: Mas eu não jogo de Dark World. Pois é, nenhum duelista que quer ganhar joga de dark world hoje em dia, mas existe uma carta lançada a pouco tempo que faz com que o vírus de spell e trap (Assim a Eradicator e vulgarmente conhecida) rode em praticamente qualquer deck, esta carta é:

Caixa Doidona.


  Com esse monstro no extra, você consegue ativar o vírus, pede mágica e automaticamente lagrimas cairão dos olhos do jogador de Fire Fist.

     Agora nem só de Fire Formation o deck sobrevive, temos dois monstros que fazem alvo no cemitério para ativar seus efeitos, são eles o Spirit e o Wolfbark, para esses monstros eu indico uma carta altamente conhecida no mundo do Yu-Gi-OH, esta carta é o:

Um dos sides mais necessários da atualidade.


    Seu oponente invoca um desse monstro e fala bem feliz efeito, quando ele fizer o alvo no cemitério, você pode descarta esta carta da sua mão e remover o alvo, fazendo com que seu adversário perca o alvo e o efeito do monstro.

    Agora assim como no Telecurso 2000, vamos revisar, abaixo vai uma lista das principais cartas que ferram com Fire Fist.

Pronto. Se você tiver que duelar só com Fire Fist, esse é seu side.


Spell Shattering Arrow
Mystical Space Typhoon
Chain Whirlwind
Malevolent Catastrophe
Dust Tornado
Twister
Straight Flush
Eradicator Epidemic Virus
Fairy Wind
D.D. Crow
Dark Simorgh
Flying “C”
Retort
Maxx “C”
Over Worked
Macro Cosmos
Skill Drain
Mystic Probe
Cursed Seal of the Forbidden Spell


   Portanto escolham as cartas que mais se adéque no seu estilo de jogo, pois o importante no Yu-Gi-OH não é copiar as modinhas, mas sim se sentir bem batendo em seus oponentes...kkkkkk

  Beijos para todos você, e até a próxima, quem não concordar ou quiser acrescentar alguma coisa a este post, é só mandar um e-mail que terei o maior prazer eu atende-los.


Sidedeckeando.dracomico@gmail.com